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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
MAMÃE TODOS OS SENTIDOS

Depois que "virei mãe" parece q meus "todos sentidos" aguçaram... olha que quem me conhece sabe q não "ouço direito" (depois conto esta história - mas nasci com problemas de audição) mas mesmo assim, consigo ouvir de longeeee a respiração da Mariana, o chorinho então nem se fale, ouço qq suspiro! Daí eu penso: como pode isto?
Eu que sempre fui distraída agora tenho olhar de "Tandera" (se não viu este desenho na vida, joga no google rs) enxergo de longe qq mensagem "subliminar" da minha filha! rsrs... E meu nariz? Nunca farejou tantos ordores como agora...pareço um cachorrinho curioso cheirando a Mariana! E eu adoroooo ficar cheirando o pescocinho, o cabelinho, pés e mãos dela... (no restante do corpo ela morre de cócegas! rs) ... isto sem contar q só pelo cheiro já sabemos o q tem dentro das fraldas! hahaha...
Agora me diz? Mãe só tem 5 sentidos? Ahhhhh nãooooo... deve ter muito mais!
Mas o q toda mãe tem mesmo de aguçado, é o tal do "sexto sentido" - este nem se fala... ficaria aqui enumerando as várias situações e histórias que conheço de mães que sentem e presentem as mais diversas evidências e vidências desta vida de amor incondicional!
E pensando nos 5 sentidos fiz um textinho metafórico (se assim posso dizer)
sobre estes dons da maternidade! rs
VISÃO
Uma mãe é capaz de ver além das aparências ... seu olhar é capaz de entender qq mensagem subliminar, qq coisa não dita que esteja estampada no rostinho de seu filho! Ela "bate o olho", e de longe, ela enxerga se algo está bem, ou não... isto sem o filho dizer se quer uma única palavra... Com o olhar, uma mãe tb é capaz de curar um dia mal vivido, uma dor não superada... olhar de mãe tem encanto, tem ternura ...
Olhar de mãe tb tem linguagem própria... se o filho estiver fazendo alguma errada, basta a mãe dar aquela olhada de lado, que a mensagem é entendida na hora! rs
Uma mãe é capaz de enxergar seu filho no meio de uma multidão, mesmo q ele não use uma camiseta verde limão!
OLFATO
Mãe fareja, assim como enxerga tudo o q acontece e não aparece! rs
Mãe fareja confusão, fareja primeiro namorado, fareja esconderijos secretos e segredinhos!
Olfato de mãe tb sente cheiro de longeeee... sente de longe o cheiro do filho... mesmo q ele não esteja por perto... só para ter o gostinho de sua presença e sentir saudades...
Mãe é apaixonada pelo cheiro do filho, é capaz de ficar horas cafungando o filhote!
TATO
Este sentido é o mais aguçado entre as mães... mães tem necessidade absoluta de pegar, apertar, massegear, beliscar, apertar de novo!
O carinho de suas mãos também promove o "calor do amor" que cura cólicas, dores de cabeça, dor de dente, até de cotovelo.
AUDIÇÃO
Mães geralmente mais falam do que ouvem... é natural delas. Mas qd ouvem são capazes de ouvir as vozes do coração, da profundeza da alma, do silêncio dos olhares perdidos num dia de escuridão.
Os sons preferidos de todas as mães: o primeiro choro do seu bebê... a gargalhada até dar dor de barriga... e ao ouvir seu filhote chamar "mamãe" "mãeee", ela é capaz de esquecer de si mesma e ir alucinadamente ao encontro do som venha ele de onde vier...
PALADAR
Ter o gostinho de ser mãe, de querer, de tentar, quer seja mãe de primeira viagem, mãe de várias viagens, seja mãe postiça, mãe de criação, mãe por opção, mãe de multidão... seja como for... o gostinho de ser mãe, revela a mulher o que ela tem de melhor e pode oferecer ao mundo:...um pedaço de seu coração, fora de seu corpo (como já dizia a frase do poeta) com seu cheiro, com seu jeito, com seu tempeiro... carregando assim seu eterno amor, eternizando assim a sua vida, sua história passada por este mundo a ser lembrada pelas pessoas que vc mais ama...
Bjs e linda semana para todas as mamães ...
terça-feira, 11 de maio de 2010
Ser mãe ... o lado de cá
Este texto encontrei no blog 100nada - autoria de Rititi (autora Portuguesa)... gostei tanto q resolvi publicar aqui... é longo, está no português de Portugal (rs) mas a leitura é ótima!!! Destaquei a parte que mais amei !!!
"Eu percebo perfeitamente.
Antes de ser mãe, achava as gajas todas que eram mães umas chatas de galochas. Não havia a mais pequena paciência para aquilo, para as conversas, as discussões, a concorrência feroz (o meu já anda, ah mas o meu tem quatro dentes, mas o meu já fala e o lado negativo, pior ainda, o quê, o teu ainda não fala? ah mas o meu com essa idade já dizia imensa coisa, o teu não tem dentes? já o levaste ao pediatra? olha que isso não é normal, tu dás sopas com sal??? mas isso faz imenso mal! iadaiaidaiadaiada) entre as mães, a mostra das roupas novas (olha o que eu comprei para a não sei quantas, o xiripiti, não achas o máximo? são uns babetes à prova de bala, reforçados com amianto, como o amianto é proibido? tás parva, isto é da marca xpto, eles só fazem coisas bestiais para as crianças e iadaiadaiadaiada), enfim, todas as secas que apanhei e foram muitas mesmo, já que fui mãe depois de ter idade para ter juízo, ainda tendo que apanhar com todas as piadas de tias, avós, primas e quejiandos, sobre a falta de filhos, o tempo e os relógios biológicos, a ameaça imensa do ainda ficas para tia até chegar à altura em que fiquei para tia e o mundo exterior, abanando a cabeça (esta não tem nem vai ter nunca juízo nenhum), desistiu de me tentar convencer que ter filhos era uma obrigação, o destino das mulheres e nada mais havia senão parir e criar criancinhas para a felicidade plena.
Fiquei para tia, continuei sem juízo e vivi todos os copos, noites em branco, esplanadas de madrugada, dias a trabalhar com directas em cima, amigos e fins de semana marados e viagens e idas e vindas e namorados e maluqueiras e bebedeiras e vómitos e entradas em casa de gatas e guiar a ver quatro estradas, enfim, acho que fiz tudo o que me deu na cabeça, me apeteceu e que achei bem ou achei mal, mas fiz à mesma.
E depois tive um filho.
Que a maternidade muda as pessoas é dizer pouco. Não há nada que mude tanto uma pessoa. Muda mesmo, é assim, nada a fazer. Não me falem em hormonas ou instintos ou o caneco: se calhar é só mesmo uma glândulazinha que nos faz ficar assim, talvez.
E depois tive um filho.
Que a maternidade muda as pessoas é dizer pouco. Não há nada que mude tanto uma pessoa. Muda mesmo, é assim, nada a fazer. Não me falem em hormonas ou instintos ou o caneco: se calhar é só mesmo uma glândulazinha que nos faz ficar assim, talvez.
É uma explicação simplista, fácil de aceitar, uma boa desculpa. É sempre fácil arranjar boas desculpas, mas eu recuso-me a aceitá-las, a desculpar-me com o instinto, com a falta de tempo que a vida de mãe traz, com tudo isso que sim, existe, mas não é só e não é isso.
Há coisas para as quais não vale a pena inventar razões e o amor é uma delas.
Acontece.
Toda a gente sabe o que é uma paixão, não é preciso explicar o que é, toda a gente aceita que as pessoas se apaixonem, que o objecto da paixão e do amor passe a ser prioritário, que se tente estar com aquela pessoa o tempo possível e o impossível.
Ter um filho é isso e muito mais.
É não só apaixonarmo-nos por um ser humano, total, irreversível e perdidamente, como sermos correspondidos com um amor absolutamente absurdo, carente, dependente, fixo em nós, com antenas, com ciúmes, com garras que não largam.
Há quem diga que não nos apaixonamos por alguém em concreto, por qualidades escolhidas ou defeitos que não queremos, mas pelo amor em si (provavelmente por isso é que tantas vezes dá para o torto). No caso de um filho, talvez seja um pouco assim, não sei. O que sei é que é um amor completamente diferente de todos os que senti durante a minha vida.
É um amor que não se quer para nós, mas para eles, para os objectos do nosso amor: é querer tudo para aquela pessoa pequena.
É esquecermo-nos de nós, porque aquele amor é maior que nós. E é isso que nos muda a maneira de ser, o egoísmo intrínseco de todos os seres humanos.
É isso que muda, que nos muda, deixamos de ser tão egoístas, tão centrados em nós, no nosso bem estar, na nossa vidinha. Não ficamos melhores pessoas que as outras: ficamos melhores do que éramos.
Eu pelo menos fiquei. E claro, com isso vem o resto: tornamo-nos umas chatas que não sabem falar de outra coisa.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Estar grávida é....
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Estar grávida é...
... ler 50 vezes o resultado positivo do exame para ter certeza que está correto.
... ficar chocada ao saber que uma gestação dura 40 semanas e não nove meses como todo mundo diz por aí. ...
se pegar imaginando, por horas a fio, como será os olhos, os cabelos e a pele do filho que vai chegar. ...
torcer, e muuuuuuito, para que ele nasça perfeitinho. ...
nunca mais dizer "ai, se fosse meu filho!" quando encontrar uma criança tendo acessos de birra no corredor de um shopping center. ...
sair na rua e só enxergar mulheres grávidas. ... ter sono, muito sono. ... esperar ansiosamente pelo dia do ultrassom, e assim que sair de lá, esperar ansiosamente pelo próximo!
... aprender a enxergar o filho nas manchas de um ultra-sonografia. ...
ler muito sobre gravidez, pular o capitulo do parto (pois ainda é muito cedo pra se preocupar) e ir direto para os cuidados com o bebê.
... ir ao shopping e desejar apenas coisinhas para o filho.
... torcer para ficar barriguda. ... ficar muito esquisita e descobrir uma incrível capacidade de sentir todas as emoções em uma hora, da alegria descontrolada ao mau humor sem fim.
... acordar várias vezes de madruga para fazer xixi. ... reparar que seu marido fica muito mais interessante como pai do seu filho e perceber que foi o único homem capaz de te presentear com tamanha alegria.
... rir sozinha ao sentir o bebê mexer, mesmo que ele te acorde várias vezes durante a noite, porque você não está numa posição confortável para ele. "
Minha amiga Mariana me mandou por email e ri tanto qd li! é verdade, pura verdade!!! Obrigada amigaaaa...
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